Nossa mente, observa Núbor Facure, faz sempre "uma composição da realidade com aquilo que pensa ter percebido e não necessariamente com as qualidades das coisas ou das pessoas. Não ocorre na mente uma simples percepção de estímulos, mas uma interpretação subjetiva do que se percebeu [...] Por isto, podemos compreender que, quando nossa memória nos permite lembrar de um objeto ou de um acontecimento, na verdade estamos recordando aquilo que pensamos ter visto ou vivenciado e não o que realmente era ou realmente aconteceu"
ZIMMERMANN, Zalmino. Perispírito. Campinas: Centro Espírita Allan Kardec, 2000. p. 286.
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